A relação de consumo deve ser consciente para não nos levar ao exagero do que não necessitamos ou à escassez do que realmente tem valor.
Homenagem ao mês do cliente, de Flavia de Assis e Souza
Este é o mês do cliente O consumo deve ser consciente Comprar produto ou serviço Exige um certo sacrifício Portanto deve ser valorizado A cada centavo empregado
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Assista ao video com esta homenagem no Instagram: @1papel.flavia
Celebrar o nosso país é um ato simbólico de valorização da vida coletiva que nos engrandece como cidadãos e seres humanos.
Poema “Meu país“, de Flavia de Assis e Souza
Independência Importante para o indivíduo e para o país Congruência De fatores que o levam a ser feliz Sapiência Quem dá valor cria uma raiz Audiência O conhecimento faz de cada um mestre e aprendiz Potência Uma nação tem a fortaleza que condiz Ciência Suas conquistas são a alquimia de um chafariz Referência Onde se chega é a soma do que cada um quis
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Visita o Instagram para ver o video da poesia: @1papel.flavia
As ações do dia a dia, que fazemos de modo automático, representam uma fonte de energia, muitas vezes despercebida. E também uma oportunidade de exercitar a gratidão pelas pequenas coisas que nos cercam.
Poema “Um banho de energia“, de Flavia de Assis e Souza
A arte se apresenta nas sutilezas da vida. Cada um tem uma pitada de artista, manifestada pelo seu talento, dom ou dedicação a uma contribuição ao encantamento do outro.
Trecho do poema “Nuances da arte“, de Flavia de Assis e Souza
Um prato de comida
Se bem feito, em técnica atrevida
É um real manifesto
De um coração aberto
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Uma tela abstrata
Se em edição limitada e numerata
É um presente para a alma
Para quem à arte bate palma
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Uma atitude qualquer
Vinda de homem ou de mulher
Se o bem desejou
A arte ao mundo mostrou
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A poesia é um dos gêneros literários mais antigos, porém sua popularidade é menor que de outros gêneros literários. Dois fatores estão associados a esta realidade: um se refere à pressa e à velocidade que imprimimos ao nosso cotidiano, não nos permitindo uma diversidade maior de leitura. O outro também se conecta ao primeiro e diz respeito ao mito de que a poesia é codificada, complexa e rebuscada, focando mais na forma que no conteúdo e exigindo maior dedicação para decodificá-la e compreendê-la.
Para refletir, confira nos destaques do perfil: @1papel.flavia
Entrevista feita pela jornalista Lúcia Zanelli, do perfil @sintoniaspno à Flavia de Assis e Souza, traz a seguinte reflexão:
Embora existam estilos de poesia mais clássicos e dotados de elementos com esta configuração, apreciável por muitos, a poesia contemporânea se aproxima da vida e do cotidiano do leitor e da leitora, trazendo voz aos seus sentimentos e despertando novas perspectivas de uma maneira mais direta e fluida, sem perder o encanto do adorno.
Ansiedade ou insatisfações podem nos levar a sempre estar na expectativa do momento futuro, esquecendo-nos de valorizar o nosso bem mais certo e precioso: o momento presente.
O tempo não para.
Microconto “Veloz“, de Flavia de Assis e Souza
Era tarde de domingo. Todas as tarde de domingo. Ele saiu para passear.
Mal conseguia fixar o pensamento no presente porque amanhã era segunda-feira. Ansioso, interrompeu a emoção do lazer.
Chegou segunda-feira, dia insosso, mas produtivo. Num instante, era domingo novamente, na sua veloz semana.
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Ano novo normalmente traz votos de um novo amor ou renovar o amor atual. Um sentimento nato de complementaridade ao que somos e como queremos nos expandir de corpo e alma.
Feliz 2023 com a renovação do que você busca!
Trecho do poema “Vestida de amor“, de Flavia de Assis e Souza
Eu quero um amor sossegado
Daqueles que paradoxalmente entregam paixão e ternura
Despertam sentidos para ornar com o que a alma carrega
São abrigo quando o coração se entristece
Eu quero um amor temperado
Daqueles que espontaneamente apimentam os sonhos
Na medida que o paladar se gratifica
Não arriscam tudo a perder com temperos alheios
Eu quero um amor comedido
Daqueles que não cabem em si de grandeza
Mas que em alguma proporção sutil
Encaixam atitudes em embalagens que os comportam
Eu quero um amor verdadeiro
Daqueles que podem não ser o primeiro
Mas chegam rompante de sentido
Fazendo do universo um constante amigo
Eu quero um amor relativo
Daqueles que exigem que eu o mereça
Quando me desnudo das minhas pequenezas
Para aprimorar o que em mim a ele se conectará
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Seja na arte ou na vida, sempre buscamos referências que nos inspiram e nos ensinam.
Na poesia e contos, tenho admiração pela obra da Clarice Lispector, a quem humildemente homenageio por um poema chamado Blattaria, que significa a ordem do reino animal a que pertencem as baratas.
Trecho do poema Blattaria, de Flavia de Assis e Souza
Uma vez eu li Clarice
Uma das vezes que li ela me disse
Se não a mim apenas, mas a qualquer interlocutor
E fez um convite, como se prestasse um favor
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