O que realmente importa é o que temos no nosso coração para dar, gerando sorrisos em quem recebe.
Feliz Natal!
O bom velhinho, de Flavia de Assis e Souza
O bom velhinho não tinha a pretensão de ser velhinho, nem de ser reconhecido por sua roupa bicolor, combinando com o chapéu chamativo que usava uma vez ao ano.
Tampouco imaginava inaugurar a simbologia de presentes materiais ou consumismos estruturais.
Ele queria apenas tocar o coração das pessoas, representadas pelas crianças, cuja alma pura é mais aberta aos sonhos e à leveza. Não pensava em ter um corpo roliço como marca de sua imagem gentil e generosa. Mas sim de nem precisar de um estereótipo, de ser gente comum, em cada ato de doação de amor que arranca um sorriso de quem recebe.
.
25 contos do cotidiano que permeiam a reflexão, a diversidade, a empatia e novas perspectivas de temas corriqueiros.
Siga-me no Instagram: @1papel.flavia
