Ficamos mais em sintonia com o mundo quando apreciamos os presentes diários que a vida nos oferece. Por mais simples que sejam, são grandiosos. São nossas escolhas diárias que os desbloqueiam.
Poema “Escolhas diárias“, de Flavia de Assis e Souza
Ao se afastar da beleza
A vida parece insossa
Não se sente a proeza
Do vigor de uma moça
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Ao não pensar no positivo
As imagens vivas ficam opacas
Tudo parece menos vivo
Abre-se espaço para atitudes fracas
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Ao pensar no amanhã
Um cuidado é necessário
É preciso manter a mente sã
Para constituir o bem como emissário
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Viver um dia de cada vez
Com suas graças e desafios
Traz um toque de altivez
Se aprende a caminhar em vários fios
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Ao cultivar a respiração
Sentindo as coisas ao entorno
A felicidade orbita um coração
E do mundo faz o seu contorno
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Bora ler os livros abaixo? Prefere contos, poesia ou ficção?
Comemorar a independência do país é um ato nobre que tem sustentação quando fazemos o nosso melhor por ele. O país é a soma do que cada um de nós faz.
Poema “Meu país“, de Flavia de Assis e Souza
Independência
Importante para o indivíduo e para o país
Congruência
De fatores que o levam a ser feliz
Sapiência
Quem dá valor cria uma raiz
Audiência
O conhecimento faz de cada um aprendiz
Potência
Uma nação tem a fortaleza que condiz
Ciência
Suas conquistas são a alquimia de um chafariz
Referência
Onde se chega é a soma do que cada um quis
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Escolha o gênero literário que lhe agrada abaixo: poesia, conto ou ficção? Será uma honra contar com sua leitura! Link para livros impressos no perfil do Instagram.
Fortalecer-se para a luta pela sobrevivência em um um mundo complexo é o tema do conto “A síndrome do lobo solitário”, uma reflexão para nos encorajar a seguirmos nossos caminhos com determinação e entusiasmo.
Trecho do conto “A síndrome do lobo solitário“, de Flavia de Assis e Souza
Conhecia as vantagens da vida em grupo, dividindo responsabilidades e defendendo uns aos outros. Parte majoritária dos sobreviventes resolveu usar os créditos das conquistas até ali e desacelerou, valendo-se da reserva acumulada para usufruírem mais da inércia que de novas conquistas.
Ainda não era o momento para aderir a esta fase do ciclo de vida. Sem julgamento, seguiu embrenhando-se na mata densa com seu companheiro mirim.
A rota na relva era prazerosa mais pelas conquistas que pelo deleite. Seu rebento acompanhava em sintonia os seus ensinamentos. Como ações e reações são as únicas formas de ensinamento e de legado naquele reino, a coerência era nata. Depois de várias voltas do sol, contáveis na percepção animal, a curva já se invertia e a criatura cuidava mais do criador. O filhote cresceu.
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Confira o conto completo no livro abaixo:
Se preferir poesia, pode conferir este livro:
Se prefere ficção, confira este livro recém-lançado:
A paternidade leva o pai a se reinventar para assimilar este papel com a maior devoção e entendimento do encontro das gerações, suas belezas e desafios.
O conto do trecho a seguir fala da convergência de valores no encontro de gerações, regado ao amor incondicional entre pai e filho.
Trecho do conto “O silêncio do legado“, de Flavia de Assis e Souza
Eis que o nascimento de Cadu sacodiu os planos de Enrico, quem rapidamente teve que se adaptar. O dia necessariamente teria vinte e quatro horas e a semana sete dias. E seu corpo, mente e emoções, assim como os de sua esposa, estavam integralmente absorvidos com a chegada de Cadu. A escolha era natural e incontestável: seu rebento como norte. Para cada escolha, uma renúncia. Esta já não era tão intuitiva para Enrico.
Como desacelerar? Como remodelar a interação com seus outros papeis? Como fazer do menos mais? Indagações que pairavam sobre os pensamentos de Enrico, não exatamente o afligindo, pois que tinha consciência da necessidade do equilíbrio emocional, constantemente presente na sua trajetória até ali. Mas, sem dúvida, o intrigando.
Sem perceber, levado pela vida familiar imperfeitamente perfeita, Enrico se remodelou.
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Leia o conto na íntegra no livro “Para ler com um gole de café”.
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25 contos do cotidiano. Será um prazer contar com sua leitura!
Poesia reflexiva. Espero que os versos possam trazer leveza e boas inspirações no seu dia a dia!
O amor romântico movimenta sentimentos por vezes ambíguos em nosso coração, mas a somatória consolida importantes valores quando a troca nos engrandece mutuamente.
Poema “Sublime entrega“, de Flavia de Assis e Souza
Tenho a grande alegria de compartilhar a publicação do meu novo livro de contos do cotidiano!
Será uma honra contar com sua leitura!
Livro de contos “Para ler com um gole de café“, de Flavia de Assis e Souza
“Para ler com um gole de café” é um livro de contos do cotidiano, cujos enredos e personagens nos permitem uma imersão em sentimentos, percepções e visões de mundo amplas e provocativas.
A leitura instiga novos olhares, à luz da empatia, da diversidade, da descoberta e dos impactos que nossas escolhas trazem à própria vida e ao nosso redor.
Entre “A síndrome do lobo solitário”, que fortalece quem luta pela sobrevivência em um mundo complexo, até “O silêncio do legado”, uma crítica ao encontro de gerações e à convergência de seus valores, os vinte e cinco contos trafegam pela essência de indivíduos plurais em ambientes simples ou sofisticados, tecnológicos ou rudimentares, urbanos ou rurais, reais ou imaginários, bem como suas intersecções.
Como quem se delicia com um gole de café ou se ampara nele para uma pausa revigorante, os contos se conectam com nossa jornada de vida e autoconhecimento, culminando como um elemento adicional que inspira a transformação, quando a buscamos.
Contos são narrativas curtas, com um conflito central, em torno do qual se desenvolve a estória. Uma ótima alternativa para quem quer se engajar em um enredo interessante, de leitura rápida e conteúdo que agrega.
O conto a seguir fala do amor de um jovem pela música, permeando valores de família e contextos socioculturais em diferentes gerações. Espero que goste!
Conto “Artilheira“, de Flavia de Assis e Souza
Artilheira
Flavia de Assis e Souza
Na intenção de um mundo melhor, nasceu Raimundo. Filho de Eva e Valadão, o oitavo da linha de doze. Era começo de século XX, comum virem famílias com dois dígitos de prole. Uns nasciam bem, outros não vingavam, outros levavam algumas sequelas, que a vida entortava ou endireitava ao seu próprio veredito ou fado.
Raimundo veio perfeito. Pele, cabelo, órgãos internos, tudo parecia funcionar bem. Encaixou-se na categoria dos primeiros: tudo certo e vingou. Teve uma infância feliz. Aos olhos do século seguinte, poderia parecer que alguns desvios o acometiam, como acometia à dúzia completa de irmãos, os seus, e os demais. Pai duro, mãe omissa e desnivelada, descobrir cada fase sem diálogo. Mas a vida era simples e compensava as mazelas que o desenvolvimento humano pudesse trazer às famílias naqueles tempos. Fosse hoje, mesmas mazelas, a cabeça de um cidadão poderia não concatenar e reproduzira, dia a dia, um mal secreto, interno, incurado, mesmo sem intenção. Pois com vida complexa e tanta articulação dentro e fora do indivíduo, se o seio familiar não traz um mínimo código de bases felizes para os dias de hoje, as sinapses se degeneram.
Mas Raimundo era aquela criança, comum, feliz, dormia cedo, acordava na matina, brincava de carrinho de rolimã, bolinhas de gude improvisadas com pedras da fazenda. E a turma de amigos tinha os irmãos, mesmo os mais velhos, os filhos dos funcionários da fazenda e outros seres de quatro patas que, grandes ou pequenos, eram harmoniosamente integrados à lida pueril.
Raimundo cresceu. Era namorador, com respeito à conduta esperada para um mancebo de valores. Como seu sorriso era largo, de brilho intenso e constante, iluminava seu redor. Por vezes, moçoilas, mesmo discretas, se viam enfeitiçadas e então que Raimundo passou a ser cobiçado, como um rapaz diferenciado, de mais valia.
Para ornar com o sorriso espontâneo e contagiante, comprou sua primeira sanfona. Ter sanfona era como uma banda inteira no século seguinte, com todos os instrumentos e vocal. E Raimundo se especializou. Tornou-se o príncipe da sanfona, sendo convidado certo nas festas das fazendas e das vilas. Ao seu som, os de igual idade, os mais velhos e até os mais novos, dependendo do público das festividades, se embalavam. Sorriso mais acordes, envoltos por uma aura limpa e de luz, eram a tônica da alegria e diversão das celebrações, planejadas ou improvisadas. Raimundo e sua sanfona, por vezes, eram um só; a sanfona, extensão do seu corpo e fiel companheira.
Era feliz ter Raimundo por perto. Raimundo era feliz estando por perto. A sanfona, apelidada de Artilheira, fazia seu time de qualidades emanáveis inteiro entrar em campo. E, como não poderia ser diferente, a Artilheira, nas mãos de Raimundo, cantava e encantava, mundo afora. Mundo aquele, pertinho de Raimundo, que era de uma dimensão pequena, mas infinita.
Sr. Valadão era tosco, precisava deste rótulo para o respeito dentro e fora do lar para que se visse com valor. Na sua limitação, fazia o melhor, mas não tinha alcance de qualidades paternas, além de provedor. Na sua conduta com vieses, e voz de ditador mais que de pai, ordenou a Raimundo que se desfizesse de sua sanfona, não mais suportando a música e alegria invadirem seus ouvidos ou ambientes de direto contato. Era como se Sr. Valadão fosse do time rival, e quisesse aniquilar a Artilheira para fazer a outra equipe sair de campo. Sua vida ordinária sem despontes de celebração e alegrias seria mais controlável, provável e rentável aos poucos exemplos de sentimentos que conhecia. Era como se seu dicionário tivesse vindo com defeito e trouxesse só os termos da sobrevivência, nada mais. Seu mundo era, então, pequeno. Como permitir que a prole fosse além? Isto somente aconteceria em detrimento aos que ele preconizava como necessários para viver e sobreviver. Como se sua calculadora também não somasse ou multiplicasse, só dividisse e subtraísse.
Raimundo, como bom filho e ponderador do que é certo ou errado para um momento da vida, pôs-se diligentemente a buscar uma destinação para a Artilheira. Se ao menos Dona Eva se manifestasse, mas era em vão esperar tamanha proeza. Estava decidido: a Artilheira seria vendida, e o dinheiro guardado para quando fosse constituir sua própria família. O time saiu de campo. Outros esportes e jogadores povoaram rapidamente a rotina e o coração de Raimundo.
Passados alguns anos, Raimundo flertou com uma moçoila mais nova, já conhecida da família. Casou-se cedo, aos moldes de hoje. Até forjou ou forjaram a idade da pretendente, só para socialmente se encaixar um pouco melhor a uma mínima maturidade. E assim Raimundo e a moçoila, de nome boreal e austral, constituíram família.
Vieram os filhos de Raimundo e Aurora. Um por um, quase a cada ano, também seguiram o magnético número da dúzia. Como era de se esperar, alguns vingaram, outros não, outro ficou com sequela. Com amor e coesão, a família de Raimundo crescia. Ele era mais ameno que seu pai, que foi-se cedo, de morte morrida. Trazia mais afeto e sorriso para o lar. Embora ainda sem diálogo profundo, pois que seu tempo não trazia esta luz, já deu um passo em relação à geração dos seus pais. Aurora também acompanhava esta evolução. Era doce, dedicada e um pouco mais opinava. Tanto que, por vezes, verbalizava alguma insegurança pelo carisma de Raimundo, especialmente quando ele, porventura, cruzava com alguma sanfona que ousava dedilhar para relembrar a antiga companheira. Mesmo que fosse por instantes, e em outra sanfona que não fosse a Artilheira, Raimundo e os acordes se fundiam como um só, esvaindo alegria e celebração ao redor.
Por serem raros e erráticos estes encontros entre Raimundo e uma sanfona, deixou de ser sanfoneiro e seguiu o destino em outros moldes. Contudo, a vida sempre trazia uma surpresa, que Raimundo tratava de encarar como passageira e fortuita, para não encher seu coração da alegria que não poderia repetir amanhã.
Assim passaram os anos. A aposentadoria precoce do sanfoneiro de coração deu lugar a outras alegrias: família crescendo, multiplicando-se, filhos vingando na vida. Tudo compensava, afinal. Mesmo sem seu ofício que mais lhe agradava, Raimundo se via agraciado e sorria para a vida.
Naqueles instantes casuais com que cada um se depara um dia, quando uma decisão instantânea muda tudo, Raimundo avistou a Artilheira. “Será? Trinta e dois anos depois? Miragem?” – indagou-se. Sim, era a Artilheira, numa venda remota da vila, nas mãos de um senhor de chapéu, apenas com seu movimento orgânico, sem a alegria das celebrações que as mãos de Raimundo orquestravam no passado. Teria sido ela perpetuada como artigo mercantil apenas?
Raimundo se aproximou do senhor, de maneira discreta e disfarçada sob pouco entusiasmo. Pediu ao senhor da venda que a tocasse, só para ver se ainda estava afiado com o ofício.
O encontro entre Raimundo e a Artilheira foi triunfal. Tocou-a lindamente, como se o ímpeto musical adornasse todas as suas alegrias e sensações. O senhor da venda se espantou com tamanha destreza e, pensando num possível comprador, ficou de espreita, à espera de uma proposta do transeunte. Internamente, já havia feito seus cálculos com um valor baixo, para não desmotivar o potencial comprador se a conversa prolongasse nessa direção. Queria fazer mais dinheiro naquele dia, e aquela pé-de-bode, como se referia à sanfona, havia de lhe trazer um ganho extra não planejado.
O senhor da venda nem imaginava, mas a pé-de-bode carregava uma insígnia talhada na madeira de carvalho, com as iniciais do nome do seu singular companheiro. Era sutil e discreta, visível a olhos atentos que a procurassem, como naqueles fatos da vida que só quem tem olhos no coração encontra.
Em êxtase por dentro, Raimundo conteve a emoção do seu encontro com a velha companheira. Tantas coisas haviam se tornado sua realidade, neste lapso de tempo em que se afastou da Artilheira! Era feliz, sabia disto, pois que a vida lhe trouxe benesses que articulavam sua rotina. Mas resgatar um amor interrompido, que dava vazão a tanto ensejo que Raimundo tinha no seu interior, era um presente incólume. Sua história das décadas de vida veio à mente, como que para validar que seu caminho não poderia mais se distanciar da sua amada, também ferramenta do amor. Sim, a Artilheira haveria de lhe pertencer novamente!
Como bom negociador que era, até se perder nas cifras por sua bondade e, por que não, ingenuidade, ele lançou a pergunta derradeira ao senhor da venda. “O senhor venderia esta sanfona velha? Ainda não sei se a quero, mas estou pensando.” – atacou Raimundo com seu tiro de mestre. O senhor da venda, temeroso que aquele momento tivesse sido em vão, rapidamente se posicionou com um preço baixo, refletindo em pensamento um dito popular: “Mais vale um passarinho na mão que dois voando.”
Nota promissória compensada na outra semana e a pé-de-bode voltou a ser a Artilheira. Um hiato de tempo se fundiu à nova segunda fase da vida de Raimundo. Sua amada estava novamente ao seu lado, coroando tantos presentes que a vida lhe deu até ali.
Diz a lenda, e os relatos dos que foram envolvidos pela Artilheira, que ela teve vida longa. Acompanhou Raimundo até seus últimos dias. E depois continuou, armazenando nas suas dobras a memória das gentes, da alegria, do Raimundo, e da sua história. Quantos anos teria a Artilheira? Haveria de encontrar novamente sua metade? Em algum lugar, passado ou futuro, talvez sim. Mas no presente não. Pois que sanfona já não toca mais os novos corações, acometidos pela tecnologia da vida e da arte. Fica como uma relíquia, em um armário qualquer. E para quem tem sede de história e se embala na magia, e só mirá-la que a viagem começa.
Jaz Raimundo, jaz a Artilheira. Mas fica a sanfona, qual marco de um tempo. E de tantos sentimentos que seu som ecoou.
O ser humano é dotado de luz e sombra, que coexistem. Fazer a luz preponderar sobre a sombra é uma importante missão.
Da mesma forma, a vida nos coloca em momentos desafiadores. Por outro lado, tão gentilmente nos premia com momentos felizes, que compensam todos os infortúnios.
Trecho do poema “Todas as estações“, de Flavia de Assis e Souza
Ninguém é só luz ou só sombra o tempo inteiro
Quatro estações passam por cada um de março a fevereiro
Se intitular só uma coisa ou outra é fuga ou pretensão
Reconhecer acertos e erros evita a contramão
Quando o mês quatro é pior que o cinco
Só esperar que o mês oito será a saída de um labirinto
Ano novo normalmente traz votos de um novo amor ou renovar o amor atual. Um sentimento nato de complementaridade ao que somos e como queremos nos expandir de corpo e alma.
Feliz 2023 com a renovação do que você busca!
Trecho do poema “Vestida de amor“, de Flavia de Assis e Souza
Eu quero um amor sossegado
Daqueles que paradoxalmente entregam paixão e ternura
Despertam sentidos para ornar com o que a alma carrega
São abrigo quando o coração se entristece
Eu quero um amor temperado
Daqueles que espontaneamente apimentam os sonhos
Na medida que o paladar se gratifica
Não arriscam tudo a perder com temperos alheios
Eu quero um amor comedido
Daqueles que não cabem em si de grandeza
Mas que em alguma proporção sutil
Encaixam atitudes em embalagens que os comportam
Eu quero um amor verdadeiro
Daqueles que podem não ser o primeiro
Mas chegam rompante de sentido
Fazendo do universo um constante amigo
Eu quero um amor relativo
Daqueles que exigem que eu o mereça
Quando me desnudo das minhas pequenezas
Para aprimorar o que em mim a ele se conectará
Link do livro de poesia Sobre Hoje, de minha autoria. Será uma honra contar com sua leitura! Visite-me no Instagram.