No mês em que se comemora o dia internacional da mulher, importantes reflexões podem nos orientar a reconhecer seu poder, sua fortaleza e a capacidade de se transformar e transformar o mundo.
Trecho do poema “Fortaleza em contos e recontos“, de Flavia de Assis e Souza
Cabelos longos
De jeito fácil surgiu
Construiu seus sonhos
Da vida adulta à pueril
.
Conectou pontos
Até ao chorar, sempre sorriu
Espantou demônios
E a sua dor sucumbiu
.
Afastou os medonhos
Buscou para si o sutil
Fez dos quadrados redondos
E deu sequência à vida quando pariu
.
Agiu em contrapontos
Como soberana muniu
O próximo de poderosos contos
De amor para um bem que seguiu
.
“Para ler com um gole de café” é um livro de contos do cotidiano, cujos enredos e personagens nos permitem uma imersão em sentimentos, percepções e visões de mundo amplas e provocativas.
.
“Sobre Hoje” é um convite para a reflexão. Sob a forma leve e livre que a poesia oportuniza, a leitura do conteúdo, adornado em rimas, traz um novo olhar sobre nós mesmos e as sutilezas que nos cercam, fazendo do momento presente o mais importante e decisivo.
A paz está dentro de nós. A somatória das atitudes e vibrações orientadas à paz de cada um a faz reverberar ao nosso entorno e termos a sensação coletiva que ela pode nos proporcionar.
Poema “Rotas de luz“, de Flavia de Assis e Souza
Em uma fração de segundos
Que pode durar uma vida inteira
Entre dois mundos
.
Deposita-se a paz
Que quando bem trilhada
Com bondade nos apraz
.
Mesmo quando saímos do caminho reto
Que nada mais é
Do que um desvio discreto
.
Ainda encontramos luz
Que com seus mistérios
A vida reluz
.
25 contos do cotidiano, que trazem novos olhares sobre empatia, diversidade, valores e escolhas.
.
100 poemas que permitem uma pausa para a reflexão, bem-estar e autoconhecimento.
O que realmente importa é o que temos no nosso coração para dar, gerando sorrisos em quem recebe.
Feliz Natal!
O bom velhinho, de Flavia de Assis e Souza
O bom velhinho não tinha a pretensão de ser velhinho, nem de ser reconhecido por sua roupa bicolor, combinando com o chapéu chamativo que usava uma vez ao ano.
Tampouco imaginava inaugurar a simbologia de presentes materiais ou consumismos estruturais.
Ele queria apenas tocar o coração das pessoas, representadas pelas crianças, cuja alma pura é mais aberta aos sonhos e à leveza. Não pensava em ter um corpo roliço como marca de sua imagem gentil e generosa. Mas sim de nem precisar de um estereótipo, de ser gente comum, em cada ato de doação de amor que arranca um sorriso de quem recebe.
.
Adquira o seu! 25 contos do cotidiano que permeiam a reflexão, a diversidade, a empatia e novas perspectivas de temas corriqueiros.
Diferenças nos assustam. Se não somos vigilantes, também nos segregam e isolam. Quando a acolhemos, ela nos complementa. E assim somos maiores que antes.
Trecho do poema “Assim norteia-se o cotidiano“, de Flavia de Assis e Souza
Tenho a grande alegria de compartilhar a publicação do meu novo livro de contos do cotidiano!
Será uma honra contar com sua leitura!
Livro de contos “Para ler com um gole de café“, de Flavia de Assis e Souza
“Para ler com um gole de café” é um livro de contos do cotidiano, cujos enredos e personagens nos permitem uma imersão em sentimentos, percepções e visões de mundo amplas e provocativas.
A leitura instiga novos olhares, à luz da empatia, da diversidade, da descoberta e dos impactos que nossas escolhas trazem à própria vida e ao nosso redor.
Entre “A síndrome do lobo solitário”, que fortalece quem luta pela sobrevivência em um mundo complexo, até “O silêncio do legado”, uma crítica ao encontro de gerações e à convergência de seus valores, os vinte e cinco contos trafegam pela essência de indivíduos plurais em ambientes simples ou sofisticados, tecnológicos ou rudimentares, urbanos ou rurais, reais ou imaginários, bem como suas intersecções.
Como quem se delicia com um gole de café ou se ampara nele para uma pausa revigorante, os contos se conectam com nossa jornada de vida e autoconhecimento, culminando como um elemento adicional que inspira a transformação, quando a buscamos.
Dotada de beleza ímpar, a primavera faz as flores brotarem e, se assim o permitirmos, novas perspectivas de vida também podem brotar, ornando com a estação que floresce belezas.
Poema “O dia em que dei chance às orquídeas“, de Flavia de Assis e Souza
Encostado em uma mesa da área externa
Aquele vaso lindo, de porte exuberante, viveu
Um dia me dei conta que não conseguia que sua flor fosse eterna
E, por um gesto ingrato, sob meu veredito, seu conteúdo morreu
.
Pra limpar os espaços e trazer nova energia
Sem titubear, depositei a planta que o ornara no lixo
Quando veio a flor majestosa no domicílio a luz reluzia
Mas, ao caírem as pétalas, afugentei-a como se fosse um bicho
.
Como que naquelas leis implacáveis de atração do universo
Para repor a flor moribunda, veio outra de mesmo estilo
Não sabia que julgaria a sua futura morte um infortúnio perverso
Fechado o ciclo, vaso sem tom florido, descartei o conteúdo sem vacilo
.
Certa feita deixei de prestar atenção às intempéries do vaso
Num dia qualquer, atraída por uma fragrância incomum, fui checar o que passou
Ali à espreita já reluziam brotos da orquídea ao acaso
Uma onda de paz e de entendimento da vida me dominou
.
A cada ano, por coincidência, primavera, que eu sequer antes percebia
O vaso generoso, depois de um tempo em repouso, trazia flor
Pelas outras estações na lida da vida se adormecia
Pra chegar retumbante e, com dom cativante, a flor magnífica ao mundo dar cor
.
Em hastes diferentes, mas da mesma raiz, sempre com primazia
A perene presença da cíclica orquídea nunca mais fugiu
Escolhi outros vasos e também outras flores para aprender a magia
Que a vida se encarrega de nos endireitar quando o enviesado coração se abriu
.
Para este e outros poemas, veja o livro “Sobre Hoje”
A relação de consumo deve ser consciente para não nos levar ao exagero do que não necessitamos ou à escassez do que realmente tem valor.
Homenagem ao mês do cliente, de Flavia de Assis e Souza
Este é o mês do cliente O consumo deve ser consciente Comprar produto ou serviço Exige um certo sacrifício Portanto deve ser valorizado A cada centavo empregado
.
Assista ao video com esta homenagem no Instagram: @1papel.flavia