Belezas evidentes no falar, no agir, no impactar são relevantes para os contrastes e referências da vida. No entanto, a beleza sutil não pode ser pormenorizada. Ela remete à essência, ao que genuinamente o ser humano carrega dentro de si e reverbera.
Não deixe que a luz de outro ou outra ofusque a sua. Elas podem coexistir, não precisam se aniquilar. A intensidade da luz, visível a olho nu, não é a medida da virtude. Aquela visível pelos olhos do coração sim.
Poemeto Essência, de Flavia de Assis e Souza
Tudo que é excesso evapora.
Tudo que é sutil transborda.

