Comemorar a independência do país é um ato nobre que tem sustentação quando fazemos o nosso melhor por ele. O país é a soma do que cada um de nós faz.
Poema “Meu país“, de Flavia de Assis e Souza
Independência
Importante para o indivíduo e para o país
Congruência
De fatores que o levam a ser feliz
Sapiência
Quem dá valor cria uma raiz
Audiência
O conhecimento faz de cada um aprendiz
Potência
Uma nação tem a fortaleza que condiz
Ciência
Suas conquistas são a alquimia de um chafariz
Referência
Onde se chega é a soma do que cada um quis
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O amor romântico movimenta sentimentos por vezes ambíguos em nosso coração, mas a somatória consolida importantes valores quando a troca nos engrandece mutuamente.
Poema “Sublime entrega“, de Flavia de Assis e Souza
No mês em que se comemora o dia internacional da mulher, importantes reflexões podem nos orientar a reconhecer seu poder, sua fortaleza e a capacidade de se transformar e transformar o mundo.
Trecho do poema “Fortaleza em contos e recontos“, de Flavia de Assis e Souza
Cabelos longos
De jeito fácil surgiu
Construiu seus sonhos
Da vida adulta à pueril
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Conectou pontos
Até ao chorar, sempre sorriu
Espantou demônios
E a sua dor sucumbiu
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Afastou os medonhos
Buscou para si o sutil
Fez dos quadrados redondos
E deu sequência à vida quando pariu
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Agiu em contrapontos
Como soberana muniu
O próximo de poderosos contos
De amor para um bem que seguiu
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“Para ler com um gole de café” é um livro de contos do cotidiano, cujos enredos e personagens nos permitem uma imersão em sentimentos, percepções e visões de mundo amplas e provocativas.
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“Sobre Hoje” é um convite para a reflexão. Sob a forma leve e livre que a poesia oportuniza, a leitura do conteúdo, adornado em rimas, traz um novo olhar sobre nós mesmos e as sutilezas que nos cercam, fazendo do momento presente o mais importante e decisivo.
A paz está dentro de nós. A somatória das atitudes e vibrações orientadas à paz de cada um a faz reverberar ao nosso entorno e termos a sensação coletiva que ela pode nos proporcionar.
Poema “Rotas de luz“, de Flavia de Assis e Souza
Em uma fração de segundos
Que pode durar uma vida inteira
Entre dois mundos
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Deposita-se a paz
Que quando bem trilhada
Com bondade nos apraz
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Mesmo quando saímos do caminho reto
Que nada mais é
Do que um desvio discreto
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Ainda encontramos luz
Que com seus mistérios
A vida reluz
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25 contos do cotidiano, que trazem novos olhares sobre empatia, diversidade, valores e escolhas.
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100 poemas que permitem uma pausa para a reflexão, bem-estar e autoconhecimento.
Diferenças nos assustam. Se não somos vigilantes, também nos segregam e isolam. Quando a acolhemos, ela nos complementa. E assim somos maiores que antes.
Trecho do poema “Assim norteia-se o cotidiano“, de Flavia de Assis e Souza
Dotada de beleza ímpar, a primavera faz as flores brotarem e, se assim o permitirmos, novas perspectivas de vida também podem brotar, ornando com a estação que floresce belezas.
Poema “O dia em que dei chance às orquídeas“, de Flavia de Assis e Souza
Encostado em uma mesa da área externa
Aquele vaso lindo, de porte exuberante, viveu
Um dia me dei conta que não conseguia que sua flor fosse eterna
E, por um gesto ingrato, sob meu veredito, seu conteúdo morreu
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Pra limpar os espaços e trazer nova energia
Sem titubear, depositei a planta que o ornara no lixo
Quando veio a flor majestosa no domicílio a luz reluzia
Mas, ao caírem as pétalas, afugentei-a como se fosse um bicho
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Como que naquelas leis implacáveis de atração do universo
Para repor a flor moribunda, veio outra de mesmo estilo
Não sabia que julgaria a sua futura morte um infortúnio perverso
Fechado o ciclo, vaso sem tom florido, descartei o conteúdo sem vacilo
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Certa feita deixei de prestar atenção às intempéries do vaso
Num dia qualquer, atraída por uma fragrância incomum, fui checar o que passou
Ali à espreita já reluziam brotos da orquídea ao acaso
Uma onda de paz e de entendimento da vida me dominou
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A cada ano, por coincidência, primavera, que eu sequer antes percebia
O vaso generoso, depois de um tempo em repouso, trazia flor
Pelas outras estações na lida da vida se adormecia
Pra chegar retumbante e, com dom cativante, a flor magnífica ao mundo dar cor
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Em hastes diferentes, mas da mesma raiz, sempre com primazia
A perene presença da cíclica orquídea nunca mais fugiu
Escolhi outros vasos e também outras flores para aprender a magia
Que a vida se encarrega de nos endireitar quando o enviesado coração se abriu
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Para este e outros poemas, veja o livro “Sobre Hoje”
O dia dos namorados é uma oportunidade para uma pausa em homenagem ao amor, celebrando este sentimento único, forte, potente, da imensidão que seu alcance permite.
Poema “Como se fosse você“, de Flavia de Assis e Souza
É como se o sol tocasse a lua
Como se o fogo encontrasse a água
Uma magia que deixa a verdade nua
Com a pureza dos corações que não conhecem a mágoa
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É como se a juventude ficasse de plantão
Como se a vida pedisse passagem
Uma aventura que revela a imensidão
Com traços de bilhete único de uma viagem
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É como se a música encontrasse a poesia
Como se o olhar a tudo decifra
Um diálogo que transfigura em melodia
Com mensagens que a lucidez grifa
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É como se os sorrisos se ornassem
Como se a faísca despertasse a glória
Uma história para que dois corações se encontrassem
As ações do dia a dia, que fazemos de modo automático, representam uma fonte de energia, muitas vezes despercebida. E também uma oportunidade de exercitar a gratidão pelas pequenas coisas que nos cercam.
Poema “Um banho de energia“, de Flavia de Assis e Souza