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1papel
Poesia, prosa & bem-estar

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A arte de todas as cores

No mês da consciência negra, entender o nosso papel para acelerar esta mudança é crucial. Toda a cor é amor. A alma não tem cor.
Poemeto “Alma não tem cor“, de Flavia de Assis e Souza
Alma pura
Alma bela
Alma não tem cor
Ela só revela
Pela janela dos olhos
Quem o respeito venera
Toda cor é amor
A vida em aquarela
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A arte de se reinventar

O mundo muda a cada instante e as verdades também. Aquele ou aquela que se atina mais rapidamente e ajusta sua rota de acordo vive mais em plenitude e com sucesso.
No mundo profissional, alguns comportamentos são emblemáticos e nos sugerem um novo olhar para onde os novos ventos levam.
Trecho do poema “O homem de terno“, de Flavia de Assis e Souza
Recorrente no acerto
O homem de terno alinha e arrima
Pensa que a coleção de sucessos
Só no seu bando se aninha
O homem de terno olhou pra baixo
Acostumou-se com a plateia
Ávida por merecer o seu saldo
Trabalha como abelhas em colmeia
Tem idades e rostos diversos
Se une como pernas de centopeia
À medida que passa o tempo
Essa gente, por motivos difusos, se empodera
O homem de terno já passou dos cinquenta
Respaldado, um pouco evoluiu
O mundo mudou, seu coração nem tanto
Algumas verdades, o tempo abduziu
Era a vez do homem de terno desalinhar
Era para o bem de sua mera significância
Era a retórica do novo natural aos novos
Era um aviso de que se reinventar é preciso para reaver a temperança
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Lançamento livro Motus #6, dia 5/11/22, 19h – tema: natureza

Se você gosta do tema natureza, venha escutar sobre a vida e obra de poetas e poetisas contemporâneos/as nesta live do lançamento do Motus #6, Movimento Literário Digital.
Será no dia 05/novembro/22, às 19h, pelo canal do Programa C no youtube:
http://www.youtube.com/@ProgramaC
Sou uma das autoras e estarei presente! Será um prazer contar com sua companhia!
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A arte de ressignificar a saudade

De maneira sutil ou avassaladora, a ausência de alguém querido ou querida nos assola. Pouco a pouco, se se permite e uma pitada de colaboração do cosmo está presente, a saudade pode se transformar em um afago no coração e seguir adiante se torna o caminho mais poderoso, certo e feliz.
Trecho do poema “Lá no horizonte“, de Flavia de Assis e Souza
Lá no horizonte o barulho cessa
O criador e a criatura já estão em perfeita sintonia
Nesse cenário não há perdão que se meça
De maneira sutil, o conjunto das coisas está onde deveria
Lá no horizonte o respiro é profundo
Dotado de fé, o coração grato ressalta
Quem habitava aqui já não está mais no mundo
Só alçou morada logo ali, onde a paz é soberana pauta
Lá no horizonte a matéria se desintegra
A luz ou seu contraponto trazem a anunciação
De que viver é um sopro, mas ao cosmo nos reintegra
Onde a calma reina, plasmando a beleza à razão
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A arte de ler

Um afago silencioso e inesgotável é o maior presente de um livro! Discreto, aberto, disponível! Que amigo especial!
De uma forma empática, a leitura nos ajuda a navegar dentro de nós mesmos, refletir sobre nossos conflitos, abrir nossa mente para outros olhares, nos divertir, colocar a imaginação em cena e sermos uma melhor versão de nós mesmos!
Poemeto “Ler“, de Flavia de Assis e Souza
Um bom livro
Uma xícara de café
Ou a bebida de preferência
Um suspiro
Um respiro
E a vida segue
O próximo capítulo
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A arte de ensinar

Os mestres são por vezes desprestigiados, em função do sedutor acesso dos alunos à informação fácil, porém sem curadoria.
Com o passar do tempo, aqueles que desacreditaram ou pouco aproveitaram da bela bagagem e missão dos professores, entendem seu valor.
Isto é um efeito tardio, porém definitivo, o que demonstra o quanto os professores e professoras são essenciais na formação do indivíduo.
Poema Ao mestre, com carinho, de Flavia de Assis e Souza
Ao mestre disfarcei meus sonhos
Ensoberbado, achei que o google responderia
Aprendi a sorrir por coisas fúteis
Enquanto a minha grade curricular adormecia
Passou-se o tempo lentamente
E pude com outros olhos olhar para trás
De todos que pela minha vida passaram
A lembrança dos meus mestres é o que me satisfaz
Um intervalo de tempo me anuviou
Deixei de mostrar aos mestres minha gratidão
Agora que sei um pouco mais da vida
A eles devoto parte do meu coração
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A arte de admirar

Algo ou alguém que se sobressai no meio da amplitude ou da multidão merece um olhar carinhoso, como inspiração para vermos a beleza profunda e reproduzi-la nas nossas próprias versões.
Uma flor incomum, poema da Flavia de Assis e Souza, antologia Vozes de Aço, da Poeart Editora
Em passos deveras lentos
Caminha a aprendiz humanidade
Alguns vão mais rápido que os ventos
Estes são vetores do amor em celeridade
Em uma multidão se encontram poucos
Que sobressaem com um sorriso atento
De tão completos, por vezes chamados de loucos
Emanam virtude até mesmo com um aceno
Uma flor em forma de gente surgiu
Neste emaranhado onde despontam as exceções
Em torno dela qualquer dor sucumbiu
Pois que sua ventura só ditou nobres emoções
Se Pudesse Deus nomear seus anjos no mundo
E mostrar por eles que a vida é bela
Esta gente flor seria a do primeiro segundo
Com sua luz translúcida, pintada de aquarela
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A arte de caminhar

Às vezes, temos que simplesmente ir, com algo de planejamento, mas com muita confiança. Algumas opções poderosas se apresentam no percurso.
Poemeto “Autêntico“, de Flavia de Assis e Souza
Andar confiante
Mesmo perante a incerteza
É ser itinerante
Trajado de fortaleza
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Minha conexão com você e com a escrita

Sou Flavia de Assis e Souza, goiana, formada em Engenharia de Alimentos/ Unicamp, com pós-graduação em Qualidade e Produtividade/ USP, Marketing/ ESPM e Comércio Exterior/ FGV. Vivo em São Paulo, onde atuo em Marketing e Vendas há 25 anos. Dedico-me à escrita por missão e paixão, com um acervo de mais de 350 poesias, 35 contos e 1 romance.
Você pode também interagir comigo pelo Instagram:
@1papel.flavia
Este site se dedica a reflexões em tom poético, com acolhimento e buscando despertar para o autoconhecimento.
Escutar o que você gostaria de ler por aqui será o melhor combustível para nossa conexão. Estou à disposição!
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A arte de desapegar

Se fizermos um inventário das coisas que acumulamos ou sentimentos que nutrimos, veremos que alguns precisam simplesmente ir para que fiquemos mais leves.
A harmonia com nossa essência e com as belezas ocultas da vida depende da leveza do nosso ser.
Poemeto “Desapego“, de Flavia de Assis e Souza
Assim como a poesia pede para sair
O poeta a deposita no papel para voar no mundo
O que foi seu e não é mais deve ir
Mesmo que ainda nutra um sentimento profundo
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