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Poesia, prosa & bem-estar

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A arte de enamorar

O amor romântico movimenta sentimentos por vezes ambíguos em nosso coração, mas a somatória consolida importantes valores quando a troca nos engrandece mutuamente.
Poema “Sublime entrega“, de Flavia de Assis e Souza
Linha de fundo de um amor infinito
Recorre ao apego do instinto cativo
Fecha os olhos, escancara o coração
Parece que não, mas fugiu da razão
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Suas cores têm todos os tons
Seus odores, todos são bons
Pele e corpo, um dia em abrasão
Calor amoroso, outros dias em sucessão
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Assim norteia um bem que semeia
Aqui mapeia a onda da sereia
Nem estrelas conectam a energia matriz
Que só este momento assimila o eterno aprendiz
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Da tenacidade benfazeja e fugaz
Lidam turbinas, divinas aos ancestrais
Ecoar a clave, perfeita e majestosa
Fustigar a vida, sorrateira e jocosa
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Amorosa, dadivosa e, muito além, honrosa
Poderosa doação…
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A arte de impressionar

A pintura é uma arte que nos toca de diferentes formas, trazendo uma diversidade de estímulos e sensações.
Poema “O pintor que impressionou“, de Flavia de Assis e Souza
O artista bissecular
Deixa a arte no ar
Nos encanta ao olhar
A sutileza do pintar
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E com um quê de salutar
Vem ao nosso encontro despertar
Nossa sede de voar
E até nos inspirar
A ver beleza por onde passar
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Poderia ter um nome qualquer
Para mim ou para você
Adivinhe se puder
Me refiro ao Monet
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A arte do equilíbrio no trabalho e no descanso

O equilíbrio no trabalho ou no descanso direciona nossa serenidade para tocar a vida com maior leveza e plenitude.
Poema “Cansar ou descansar?“, de Flavia de Assis e Souza
De voz perene
A dúvida nos assola
Seja para tocarmos uma sirene
Seja para evitarmos ou darmos esmola
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Numa certeza apenas
Deveria nossa mente investir
Que as nossas bênçãos são serenas
Ver turbulência é só para nos distrair
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Se em repouso ou na lida do dia
Respirar fundo traz equilíbrio
Leva a uma irresistível sintonia
E permite, até conosco mesmos, um melhor convívio
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De tanto lutar contra a maré
Nosso corpo se cansa
Que tal deixar a vida como é?
E na harmonia alicerçar a perseverança.
Confira este e mais 99 poemas no livro Sobre Hoje.
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A arte do respeito pelos povos indígenas

Uma homenagem ao Dia dos Povos Indígenas, lembrando o quanto o respeito ao seu espaço e valores é importante.
Trechos do poema “Tem uma selva lá fora“, de Flavia de Assis e Souza
Cresci descalço
Gostava de tornozeleira de pano
Enfrentei percalço
Sempre achei todo mundo humano
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Vivi em aldeia
Amizade e trabalho eram para todos
Fui preso em uma teia
Senti-me indefeso perante os moços
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Minha gente fala muitos idiomas
O maior é o da natureza
Acometida por cenas hediondas
Enquanto eu a servia com presteza
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Lá fora a selva é perversa
Trata o índio como história
Estou aqui para qualquer conversa
Sou parte de sua memória
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A arte do silêncio

A Páscoa representa uma oportunidade de renovação. Independente da crença de cada um, é um período que pode ser refletido em silêncio, cultuando a paz e fazendo conexões com algo maior e renovado.
Poemeto “A paz“, de Flavia de Assis e Souza
A sensação de paz é única
Ela reflete o acelerar desacelerando
Não precisa estar vestido de uma branca túnica
Basta respirar profundo na vida caminhando
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Confira outros poemas e contos nos livros abaixo:
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A arte de celebrar a força da mulher

No mês em que se comemora o dia internacional da mulher, importantes reflexões podem nos orientar a reconhecer seu poder, sua fortaleza e a capacidade de se transformar e transformar o mundo.
Trecho do poema “Fortaleza em contos e recontos“, de Flavia de Assis e Souza
Cabelos longos
De jeito fácil surgiu
Construiu seus sonhos
Da vida adulta à pueril
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Conectou pontos
Até ao chorar, sempre sorriu
Espantou demônios
E a sua dor sucumbiu
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Afastou os medonhos
Buscou para si o sutil
Fez dos quadrados redondos
E deu sequência à vida quando pariu
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Agiu em contrapontos
Como soberana muniu
O próximo de poderosos contos
De amor para um bem que seguiu
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“Para ler com um gole de café” é um livro de contos do cotidiano, cujos enredos e personagens nos permitem uma imersão em sentimentos, percepções e visões de mundo amplas e provocativas. .
“Sobre Hoje” é um convite para a reflexão. Sob a forma leve e livre que a poesia oportuniza, a leitura do conteúdo, adornado em rimas, traz um novo olhar sobre nós mesmos e as sutilezas que nos cercam, fazendo do momento presente o mais importante e decisivo.
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A arte de cultivar a paz

A paz está dentro de nós. A somatória das atitudes e vibrações orientadas à paz de cada um a faz reverberar ao nosso entorno e termos a sensação coletiva que ela pode nos proporcionar.
Poema “Rotas de luz“, de Flavia de Assis e Souza
Em uma fração de segundos
Que pode durar uma vida inteira
Entre dois mundos
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Deposita-se a paz
Que quando bem trilhada
Com bondade nos apraz
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Mesmo quando saímos do caminho reto
Que nada mais é
Do que um desvio discreto
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Ainda encontramos luz
Que com seus mistérios
A vida reluz
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25 contos do cotidiano, que trazem novos olhares sobre empatia, diversidade, valores e escolhas. .
100 poemas que permitem uma pausa para a reflexão, bem-estar e autoconhecimento. .
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A arte de celebrar o espírito natalino

O que realmente importa é o que temos no nosso coração para dar, gerando sorrisos em quem recebe.
Feliz Natal!
O bom velhinho, de Flavia de Assis e Souza
O bom velhinho não tinha a pretensão de ser velhinho, nem de ser reconhecido por sua roupa bicolor, combinando com o chapéu chamativo que usava uma vez ao ano.
Tampouco imaginava inaugurar a simbologia de presentes materiais ou consumismos estruturais.
Ele queria apenas tocar o coração das pessoas, representadas pelas crianças, cuja alma pura é mais aberta aos sonhos e à leveza. Não pensava em ter um corpo roliço como marca de sua imagem gentil e generosa. Mas sim de nem precisar de um estereótipo, de ser gente comum, em cada ato de doação de amor que arranca um sorriso de quem recebe.
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A arte de acolher a diferença

Diferenças nos assustam. Se não somos vigilantes, também nos segregam e isolam. Quando a acolhemos, ela nos complementa. E assim somos maiores que antes.
Trecho do poema “Assim norteia-se o cotidiano“, de Flavia de Assis e Souza
Somos criaturas em construção
Tão longínquos quanto nossos pensamentos
Tão afáveis quanto os nossos desejos
Tão legítimos quanto o nosso coração
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Sim, temos defeitos e temores
Sim, somos abastados e amadores
Notória evolução imprecisa
Provisória condição de especialista
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Que a essência toque o motivo
Que a ignorância desvende o prolixo
Que amar seja de longe o dom sabido
Que doar seja atitude de todos e do indivíduo
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A arte de ler com um gole de café

Tenho a grande alegria de compartilhar a publicação do meu novo livro de contos do cotidiano!
Será uma honra contar com sua leitura!
Livro de contos “Para ler com um gole de café“, de Flavia de Assis e Souza
“Para ler com um gole de café” é um livro de contos do cotidiano, cujos enredos e personagens nos permitem uma imersão em sentimentos, percepções e visões de mundo amplas e provocativas.
A leitura instiga novos olhares, à luz da empatia, da diversidade, da descoberta e dos impactos que nossas escolhas trazem à própria vida e ao nosso redor.
Entre “A síndrome do lobo solitário”, que fortalece quem luta pela sobrevivência em um mundo complexo, até “O silêncio do legado”, uma crítica ao encontro de gerações e à convergência de seus valores, os vinte e cinco contos trafegam pela essência de indivíduos plurais em ambientes simples ou sofisticados, tecnológicos ou rudimentares, urbanos ou rurais, reais ou imaginários, bem como suas intersecções.
Como quem se delicia com um gole de café ou se ampara nele para uma pausa revigorante, os contos se conectam com nossa jornada de vida e autoconhecimento, culminando como um elemento adicional que inspira a transformação, quando a buscamos.
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