De maneira sutil ou avassaladora, a ausência de alguém querido ou querida nos assola. Pouco a pouco, se se permite e uma pitada de colaboração do cosmo está presente, a saudade pode se transformar em um afago no coração e seguir adiante se torna o caminho mais poderoso, certo e feliz.
Trecho do poema “Lá no horizonte“, de Flavia de Assis e Souza
Lá no horizonte o barulho cessa
O criador e a criatura já estão em perfeita sintonia
Nesse cenário não há perdão que se meça
De maneira sutil, o conjunto das coisas está onde deveria
Lá no horizonte o respiro é profundo
Dotado de fé, o coração grato ressalta
Quem habitava aqui já não está mais no mundo
Só alçou morada logo ali, onde a paz é soberana pauta
Lá no horizonte a matéria se desintegra
A luz ou seu contraponto trazem a anunciação
De que viver é um sopro, mas ao cosmo nos reintegra
Onde a calma reina, plasmando a beleza à razão
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